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Carro de apoio aos usuários da Nova 364 colide com carreta na BR-364, entre Guaporé e Vilhena

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Um veículo utilizado por equipes de apoio aos usuários da concessionária Nova 364 esteve envolvido em um acidente de trânsito na manhã desta quinta-feira (29), em um trecho da BR-364 situado entre os municípios de Guaporé e Vilhena, em Rondônia. A ocorrência resultou apenas em danos materiais e não deixou feridos.

De acordo com informações obtidas no local, o automóvel fazia o transporte diário de trabalhadores responsáveis pela conservação da rodovia quando acabou se chocando com uma carreta. As causas da colisão ainda não foram oficialmente esclarecidas e deverão ser apuradas.

Mesmo com o impacto, os ocupantes dos dois veículos não precisaram de atendimento médico. Após o acidente, equipes de apoio da concessionária foram mobilizadas para realizar a sinalização do trecho, com o objetivo de preservar a segurança dos motoristas que trafegavam pela via e evitar novos incidentes.

O tráfego seguiu sem necessidade de interdição prolongada, sendo normalizado após os procedimentos de segurança.

Polícia Militar recupera 17 cabeças de gado furtadas durante Operação Segurança Rural

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Ação integrada entre Polícia Militar, Polícia Civil e IDARON resultou na localização dos semoventes na zona rural do Município São Felipe do Oeste.

A Polícia Militar de Rondônia, por meio do 4º Batalhão, recuperou na manhã da última terça-feira (27), 17 cabeças de gado furtadas durante ação da Operação Programa Segurança Rural, no município de Cacoal e região.

A ocorrência teve início após acionamento do Núcleo de Inteligência da Polícia Militar, que repassou informações referentes a um furto de semoventes registrado anteriormente na zona rural de Cacoal. Com base nos levantamentos preliminares, as guarnições policiais realizaram diligências em propriedades rurais onde havia suspeita de ocultação do gado de origem ilícita.

Durante as buscas, os policiais localizaram os 17 animais em uma propriedade situada na zona rural de São Felipe do Oeste, sendo constatadas inconsistências nas informações inicialmente prestadas acerca da existência e procedência dos semoventes. Diante da situação, os fatos foram devidamente registrados para apuração no âmbito de inquérito policial.

A ação contou com apoio da Polícia Civil, responsável pela condução das investigações, bem como do IDARON, que realizou a conferência dos animais, verificação documental e confirmação da origem do gado. Após reconhecimento pelos legítimos proprietários, os semoventes foram transportados de volta à propriedade de origem, onde permaneceram à disposição das autoridades para eventuais perícias e demais providências legais.

Um dos envolvidos foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos, sendo a ocorrência apresentada para adoção das medidas cabíveis. As investigações seguem em andamento para apurar a possível prática dos crimes de furto e receptação.

A Polícia Militar reforça que a Operação Segurança Rural tem como objetivo intensificar o policiamento no campo, prevenir crimes patrimoniais e garantir maior segurança aos produtores rurais da região.

Fonte e Foto: Boletim de Ocorrência.

PEC da Segurança Pública pode ser votada após o carnaval, diz presidente da Câmara

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Hugo Motta também anuncia votação de MP sobre gás de cozinha e acordo União Europeia–Mercosul

Hugo Motta: “O trabalho continua”

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou, nesta quarta-feira (28), que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública poderá ser votada após o carnaval. Antes disso, o texto precisa ser analisado pela comissão especial que debate o tema.

Nas próximas duas semanas, o relator da proposta, deputado Mendonça Filho (União-PE), deve se reunir com as bancadas partidárias para fazer ajustes finais. Em seguida, a PEC deverá ser votada na comissão especial e encaminhada ao Plenário.

A PEC 18/25 cria o Sistema Único de Segurança Pública, com o objetivo de integrar a atuação da União e dos estados no combate ao crime organizado.

Gás do Povo
Hugo Motta também informou que a Câmara dever votar, na próxima semana, entre outras propostas, a Medida Provisória 1313/25, que cria o Programa Gás do Povo. A iniciativa busca ampliar o acesso ao gás de cozinha no país.

Outra proposta que pode entrar na pauta na primeira semana dos trabalhos legislativos de 2026 é o Projeto de Lei 1/26, que cria o Instituto Federal do Sertão Paraibano, com sede em Patos (PB).

Acordo com a União Europeia
O presidente da Câmara garantiu ainda celeridade na votação do acordo União Europeia-Mercosul. O acordo comercial foi assinado no sábado (17) pelos líderes dos estados-membros dos dois blocos, após mais de 25 anos de negociações.

O tratado pode criar a maior zona de livre comércio do mundo. Para entrar em vigor, a proposta precisa ser ratificada pelos pelos parlamentos dos países envolvidos. “O trabalho continua”, disse o presidente por meio de suas redes sociais.

 

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Plenário votará projetos sobre tributação, incentivo a pesquisa e execução fiscal

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A agenda econômica e fiscal deve marcar o início dos trabalhos legislativos no Senado. Entre os projetos que aguardam decisão do Plenário estão propostas que elevam a tributação sobre empresas de apostas e fintechs, criam incentivos à pesquisa por meio de isenções e transferência de créditos e instituem uma nova Lei de Execução Fiscal.

Um dos temas prioritários para o governo e que deve ter a atenção dos senadores já neste primeiro semestre é o projeto de lei que aumenta a tributação de fintechs — empresas que atuam na área de serviços financeiros e oferecem produtos e serviços digitais —, eleva gradualmente a taxação de bets e cria um programa de regularização tributária para pessoas de baixa renda.

O PL 5.473/2025, do senador Renan Calheiros (MDB-AL), foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em dezembro do ano passado, com relatório favorável do senador Eduardo Braga (MDB-AM). 

O texto foi aprovado em caráter terminativo, mas um recurso apresentado em Plenário pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ) fará com que a matéria seja votada também pelo Plenário do Senado antes de seguir para análise da Câmara dos Deputados. Até o momento, 15 emendas de Plenário foram apresentas.

O projeto altera a legislação tributária para aumentar de forma gradual a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) de setores específicos, como fintechs, instituições de pagamento, bolsas e empresas do mercado financeiro, com elevação das alíquotas entre 2026 e 2028. Também prevê aumento progressivo da tributação sobre as empresas de apostas de quota fixa (bets), com a alíquota subindo dos atuais 12% para 18% ao final do período.

A proposta estabelece ainda que a nova arrecadação será destinada à seguridade social, com prioridade para ações na área da saúde. De forma excepcional, entre 2026 e 2028, parte dos recursos poderá ser repassada aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios para compensar perdas decorrentes da ampliação da isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física.

O texto também cria o Programa de Regularização Tributária para Pessoas Físicas de Baixa Renda, voltado à renegociação de dívidas vencidas. Poderão aderir contribuintes com renda mensal de até R$ 7.350, com condições mais vantajosas para quem recebe até R$ 5 mil por mês.

Além disso, o projeto corrige distorção na tributação da remessa de lucros e dividendos ao exterior, ampliando para cinco anos o prazo para que beneficiários estrangeiros solicitem restituição de valores pagos além do limite legal, alinhando a regra ao Código Tributário Nacional.

Execução Fiscal

Os senadores podem votar ainda propostas do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) que tratam de modernizar os processos administrativo, tributário e fiscal. Um exemplo é o PL 2.488/2022 que cria a nova Lei de Execução Fiscal e revoga a legislação anterior. A principal novidade do projeto é a possibilidade de cobrança extrajudicial de débitos de menor valor.

Embora o projeto tenha sido votado em junho de 2025, em decisão final na comissão comissão temporária encarregada de modernizar os processos administrativo e tributário (CTIADMTR), senadores do PT e do PSD apresentaram recurso para que o texto fosse analisado pelo Plenário, onde recebeu emendas. 

O objetivo do projeto é substituir a atual Lei de Execução Fiscal por uma legislação que incorpore as inovações processuais mais recentes. A nova lei pode ajudar a tornar a cobrança de dívidas fiscais menos burocrática, simplificando as regras para cobrança judicial e extrajudicial da dívida ativa da União, dos estados, do Distrito Federal, dos municípios e das respectivas autarquias e fundações de direito público. Essas mesmas regras, se aprovadas, poderão ser aplicadas à cobrança de créditos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), dos conselhos profissionais e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Também do senador Rodrigo Pacheco, aguarda votação em Plenário o PL 2.483/2022 que atualiza e consolida em uma única lei as normas federais que regulam a relação entre contribuintes e o Fisco, incluindo processos administrativos, consultas tributárias e aduaneiras e a mediação de conflitos.

Entre as novidades do projeto, está o registro na legislação tributária de duas regras sobre prazos, hoje previstas apenas no Código de Processo Civil (CPC): a contagem dos prazos processuais em dias úteis e a suspensão do prazo processual entre 20 de dezembro e 20 de janeiro.

O texto prevê a ampliação para 60 dias úteis para o contribuinte impugnar a exigência de cumprimento das obrigações fiscais, de forma a ter mais tempo para reunir provas. Hoje o prazo é de 30 dias corridos.

O texto também modifica prazos de cobrança pela Receita Federal, ampliando de 30 dias corridos para 45 dias úteis a cobrança amigável pela Receita Federal. Esgotada essa possibilidade, o projeto reduz de 90 dias corridos para 30 dias úteis o prazo para a Receita encaminhar os débitos à Procuradoria- Geral da Fazenda Nacional (PGFN), responsável pela inscrição na dívida ativa.

Além disso, o projeto confere maior rapidez à devolução da parcela do crédito tributário objeto de pedido de restituição, do ressarcimento ou do reembolso que tenha sido parcialmente reconhecida por decisão administrativa.

Os dois projetos integraram a lista de anteprojetos de temática tributária e administrativa elaborados por uma comissão de juristas que trabalhou nesse tema em 2022. A comissão foi instituída pelo ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco e foi comandada pela ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Regina Helena Costa. A comissão elaborou minutas de proposições legislativas para dinamizar, unificar e modernizar o processo administrativo e tributário nacional, posteriormente apresentadas como projeto de lei por Pacheco.

Internet em área rural

Outra iniciativa que pode ser votada no Plenário, o PL 426/2023, da Comissão de Ciência e Tecnologia e com relatório favorável do senador Alan Rick (União-AC), estabelece que antenas e repetidoras de telefonia e internet instaladas em áreas rurais deverão ficar livres, por cinco anos, de taxas e contribuições que hoje encarecem a expansão da rede. O objetivo é reduzir custos para operadoras e incentivar investimentos em infraestrutura, com a ampliação da cobertura de internet e telefonia no campo. 

As isenções deverão ser reavaliadas ao fim do prazo, com base em metas de conectividade e expansão de rede. A proposta inclui a isenção de cobranças ao Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel), à Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública (CFRP), à Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) e também ao Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) e ao Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel).

Isenção para contratar aposentado

Também aguarda análise projeto do ex-senador Mauro Carvalho Junior (MT) que prevê isenções tributárias para empresas que contratarem trabalhadores já aposentados. O PL 3.670/2023 também obriga o Sistema Nacional de Emprego (Sine) a manter e divulgar uma lista de pessoas aposentadas aptas ao retorno ao mercado de trabalho.

Segundo a iniciativa, empresas com até dez empregados podem contratar uma pessoa aposentada e obter a isenção do FGTS e da contribuição previdenciária. Empresas com 11 a 20 trabalhadores ficam autorizadas a contratar até dois aposentados. No caso de empresas maiores, a isenção é limitada a 5% do total de funcionários. Ainda conforme o texto, a isenção do FGTS só vale para empresas que comprovem aumento no número total de empregados. Na hora da demissão do funcionário aposentado, a empresa fica dispensada de recolher o FGTS referente ao mês da rescisão e ao mês anterior. Também é dispensado o pagamento da indenização de 40% sobre todos os depósitos realizados durante a vigência do contrato.

Simples Nacional

Outro projeto, do ex-senador Jorginho Mello (SC), permite a adesão de empresas de nanotecnologia ao Simples Nacional. Nanotecnologia é a manipulação e o desenvolvimento de componentes extremamente pequenos, do tamanho de átomos e moléculas. Telas de TV de alta definição e microprocessadores são exemplos de aplicações dessa tecnologia.

Relatado pelo senador Fernando Dueire (MDB-PE), o PLP 23/2019 altera o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. A mudança inclui as empresas de suporte, análise técnica e tecnológica, pesquisa e desenvolvimento de nanotecnologia entre as que podem aderir ao Simples Nacional. Com isso, elas passam a ser tributadas com alíquotas de 6% a 33%, conforme a receita bruta.

Incentivos a pesquisas 

Outras iniciativas que aguardam votação em Plenário estão voltadas a incentivos à pesquisa como o projeto que permite a transferência automática de créditos e garantias à Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O órgão tem como atribuição promover o desenvolvimento econômico e social por meio do fomento público à Ciência, Tecnologia e Inovação em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas. O PL 2.996/2024, da deputada Luisa Canziani (PSD-PR), foi relatado pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e autoriza a transferência nos casos de falência, liquidação ou intervenção de instituições financeiras que atuam como intermediários na liberação de recursos da própria Finep para terceiros.

Em outra frente, o PL 2.252/2022, da Câmara dos Deputados, permite às instituições de pesquisa e desenvolvimento privadas participarem de regimes tributários especiais e de programas públicos de estímulo e fomento. O PL 2.252/2022, relatado pelo senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT), também concede a empresas de pesquisa e inovação a possibilidade de redução em tributos como IPI, PIS Importação, Cofins Importação, Imposto de Renda e CSLL.

Para que os centros de pesquisa e de inovação de empresas (CPIEs) possam usufruir dos incentivos, eles devem seguir alguns critérios:

  • ser pessoas jurídicas de direito privado legalmente constituídas sob as leis brasileiras;
  • ter sede e foro no país;
  • incluir a pesquisa em sua missão institucional, objetivo social ou estatutário;
  • promover o desenvolvimento de novos produtos, serviços ou processos; e
  • estar sediadas em ambientes de inovação (parques e polos tecnológicos e centros de inovação) reconhecidos formalmente pelo Poder Executivo.

Fonte: Agência Senado

Sicoob Realiza incentiva o hábito de poupar e planejar o futuro

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Uma forma prática de organizar as finanças e ainda concorrer a prêmios de até R$ 3 milhões

Crédito de imagem: Assessoria Sicoob Credisul

Guardar dinheiro ainda é um desafio para grande parte dos brasileiros. Com despesas do dia a dia, como água, luz e alimentação, o hábito de poupar acaba sendo deixado de lado, o que dificulta a criação de uma reserva financeira para imprevistos ou planos futuros. Para ajudar a mudar esse cenário, a Sicoob Credisul oferece o Sicoob Realiza, um título de capitalização que incentiva o cooperado a guardar dinheiro de forma simples e organizada.

Com o Sicoob Realiza, o cooperado escolhe um valor mensal de acordo com sua realidade financeira. Esse valor é acumulado ao longo do tempo, contribuindo para a realização de objetivos como viagens, estudos, reformas ou a formação da reserva de emergência.

Além de poupar, o cooperado participa de sorteios realizados pela Loteria Federal, que acontecem de forma semanal, mensal e semestral, com prêmios que podem chegar a R$ 3 milhões.

Planos disponíveis

O Sicoob Realiza conta com diferentes prazos e valores mensais, permitindo que cada cooperado escolha a opção mais adequada ao seu perfil:

  • 36 meses: mensalidades de R$ 200 a R$ 500
  • 48 meses: mensalidades de R$ 200 a R$ 500
  • 60 meses: mensalidades de R$ 100 a R$ 500
  • 72 meses: mensalidades de R$ 50 a R$ 500
  • 120 meses: mensalidades de R$ 50 a R$ 500

É possível contratar mais de um título de capitalização. No plano de 120 meses, o cooperado ainda conta com proteção adicional para imprevistos, como morte, invalidez permanente total por acidente e indenização, conforme as condições do produto.

Ao final do prazo contratado, é possível resgatar todo o valor economizado e utilizar o recurso. Caso o resgate seja feito antes do término do plano, o cooperado recebe um percentual do valor acumulado, conforme as regras do título, e deixa de participar dos sorteios.

O Sicoob Realiza é uma forma prática de transformar pequenos valores mensais em planejamento financeiro, novas oportunidades e dar a chance para a sorte. Para saber mais, procure uma agência da Sicoob Credisul ou entre em contato pelo telefone (69) 9 9338-1237.

Por Assessoria Sicoob Credisul

PF, Funai e Ibama deflagram operação contra garimpo ilegal no Rio Guaporé/RO

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Operação Baía das Onças inutiliza draga de extração clandestina de diamantes em terra indígena na fronteira com a Bolívia
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 A Polícia Federal, em parceria com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), realizou, entre segunda (26/1) e quarta-feira (28/1), a Operação Baía das Onças. O objetivo foi combater o garimpo ilegal no Rio Guaporé, na região de fronteira entre Brasil e Bolívia.

As diligências ocorreram no interior da Terra Indígena Rio Guaporé. Durante a ação, uma draga que operava na extração clandestina de diamantes foi localizada e inutilizada pelos agentes.

Além da repressão ao crime, a operação contou com ações de conscientização às comunidades das aldeias Ricardo Franco e Baía das Onças. Com o apoio institucional da Funai, ocorreu a exposição da atuação da Polícia Federal no combate aos crimes ambientais e na proteção das populações indígenas.

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia

PF deflagra 2ª fase da Operação Máscara de Janos para combater fraudes em licitações e corrupção de agentes públicos em Rondônia

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira, 28/1, a segunda fase da Operação Máscara de Janos, com o objetivo de aprofundar a apuração e desarticular associação criminosa supostamente estruturada para a prática de fraudes em procedimentos licitatórios, para superfaturamento de contratos administrativos e para violação de sigilo funcional, no âmbito do Estado de Rondônia e do município de Porto Velho.

A investigação teve início a partir de ação conjunta entre a Polícia Federal e o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia, no contexto de atividades de fiscalização e controle externo, a partir das quais foram identificados indícios de irregularidades em procedimentos licitatórios e em contratos administrativos no Estado de Rondônia.

As apurações revelaram que empresas formalmente distintas, porém pertencentes a um mesmo núcleo econômico, teriam atuado de forma coordenada em certames licitatórios, com o propósito de simular competitividade e de direcionar o resultado das contratações públicas.

Com o avanço das investigações, esta nova fase da operação concentrou-se na identificação da possível participação de servidores públicos e de um advogado no esquema criminoso. Os elementos informativos colhidos até o momento indicam a existência de conluio entre empresários, profissional da advocacia e servidores públicos lotados em órgãos responsáveis pela fiscalização e controle dos contratos.

Foi constatado, ainda, que o grupo investigado teria obtido acesso a informações privilegiadas e sigilosas no interior de órgãos dotados de poder decisório, incluindo minutas de pareceres técnicos e decisões administrativas antes mesmo de suas assinaturas ou publicações oficiais, em aparente afronta aos deveres funcionais e aos princípios constitucionais de legalidade, de impessoalidade, de moralidade e de publicidade.

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia

Eleições 2026: Polícia Federal detalha estratégias de segurança e de combate à desinformação em seminário do TSE

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Diretores da PF destacam atuação integrada, inteligência e enfrentamento aos crimes digitais e à violência política
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A Polícia Federal participou, nessa terça-feira (27/1), do Seminário da Justiça Eleitoral promovido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com foco na segurança do processo eleitoral, no enfrentamento à criminalidade e no combate à desinformação nas eleições de 2026. O evento ocorre entre os dias 27 e 29 de janeiro e reúne autoridades, especialistas e representantes de instituições estratégicas envolvidas na proteção da democracia.

A abertura do seminário contou com a participação da presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, e reforçou a importância da atuação coordenada entre os órgãos públicos para garantir um processo eleitoral transparente, seguro e legítimo. A Polícia Federal integrou a programação do primeiro dia do evento, participando da mesa temática “Desafios da eleição de 2026: criminalidade, segurança e mundo digital”.

Representaram a instituição o diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção (DICOR/PF), Dennis Calli, e o diretor de Combate a Crimes Cibernéticos (DCIBER/PF), Otávio Margonari Russo, que apresentaram as principais frentes de atuação da Polícia Federal no contexto eleitoral, tanto no campo da segurança física quanto no ambiente digital.

Durante sua exposição, o diretor da DICOR destacou que a Polícia Federal atua de forma preventiva e repressiva para coibir a violência política, especialmente aquela associada a organizações criminosas. Segundo o dirigente, a instituição já realiza o monitoramento de facções criminosas com potencial de interferência no processo eleitoral, por intermédio da utilização de dados de inteligência e de informações colhidas em pleitos anteriores. Ele ressaltou ainda o papel estratégico da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), coordenada pela Polícia Federal, como instrumento fundamental para mitigar a atuação dessas organizações em âmbito nacional e regional.

Outro ponto enfatizado foi o acompanhamento de movimentações financeiras atípicas no período que antecede as eleições, com especial atenção ao uso de dinheiro em espécie. A Polícia Federal atua de forma integrada com forças de segurança locais e outros órgãos de controle para identificar e coibir práticas ilícitas que possam comprometer a lisura do pleito. O compartilhamento de informações e a integração de bases de dados foram apontados como elementos essenciais para permitir uma atuação antecipada e eficaz.

Na sequência, o diretor da DCIBER apresentou os principais desafios relacionados ao ambiente digital nas eleições de 2026. Entre os temas abordados, destacaram-se o uso indevido de inteligência artificial, a disseminação de deepfakes, o discurso de ódio e os crimes contra a honra praticados por meios digitais. O dirigente alertou para o aumento do uso dessas tecnologias como ferramentas para desinformação e para a tentativa de manipulação da opinião pública.

O diretor também destacou o crescimento de práticas como o phishing eleitoral, com o uso indevido de imagens e de dados de candidatos para aplicação de golpes, além da atuação da Polícia Federal no Centro Integrado de Enfrentamento à Desinformação e Defesa da Democracia (CIEDDE), estrutura voltada à identificação e à neutralização de campanhas coordenadas de desinformação.

Ao longo do painel, foi reforçado que a Polícia Federal atua com independência, com autonomia técnica e com respeito aos preceitos legais e emprega tecnologia, inteligência policial e cooperação institucional para assegurar que candidatos e eleitores possam exercer seus direitos com tranquilidade e com segurança.

O seminário prossegue até o dia 29 de janeiro, com palestras e com debates voltados ao fortalecimento da segurança eleitoral e ao enfrentamento das ameaças contemporâneas ao processo democrático.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF

Parque Marechal Rondon, em Vilhena, vai receber melhorias com recurso disponibilizado pelo deputado Ezequiel Neiva

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Recurso atende pedido do vereador Pedrinho Sanches e vai melhorar a infraestrutura para visitantes do principal ponto de lazer da cidade.

Investimento garante conforto e segurança para famílias que frequentam o parque (Foto: Nilson Nascimento | Assessoria Parlamentar)

O deputado estadual Ezequiel Neiva (União Brasil) assegurou recursos para a construção de banheiros e bebedouros no Parque Ecológico Marechal Rondon, em Vilhena. O valor de R$ 265 mil, disponibilizado por meio de indicação parlamentar, já foi empenhado para atender ao pedido do vereador Pedrinho Sanches (Podemos).

A iniciativa tem como objetivo oferecer água potável e infraestrutura adequada aos visitantes, reforçando a importância do parque como um dos principais pontos de lazer da cidade.

O deputado estadual ressaltou a relevância do investimento para a população vilhenense. “Estamos investindo em melhorias que proporcionem mais conforto e bem-estar para as famílias que frequentam o Parque Ecológico. É fundamental que nossos espaços públicos contem com infraestrutura adequada e segura para todos”, afirmou Ezequiel Neiva.

O deputado também ressaltou a parceria com os poderes Executivo estadual e municipal. “Agradeço ao Governo do Estado e ao governador, coronel Marcos Rocha, por garantir a liberação de nossas emendas, permitindo que as melhorias possam chegar a todo estado. Também agradeço ao prefeito Delegado Flori, que tem colaborado para que Vilhena receba investimentos essenciais, que contribuem com a qualidade de vida da população. Trabalhando juntos, conseguimos transformar os pedidos de cada cidadão em realidade”, concluiu.

Com a obra, o parque deverá oferecer mais conforto, segurança e qualidade de vida aos visitantes, fortalecendo seu papel como espaço de lazer e convivência familiar em Vilhena.

Texto: Alexandre Almeida I Secom ALE/RO
Foto: Nilson Nascimento | Assessoria Parlamentar

SIF fortalece a segurança alimentar e amplia a presença da agropecuária brasileira no exterior

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O Sistema é responsável por fiscalizar produtos de origem animal comestíveis e não comestíveis
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Com o objetivo de garantir a segurança dos alimentos, o controle sanitário e a padronização da qualidade, em 27 de janeiro de 1915 foi instituído o Serviço de Inspeção Federal (SIF), responsável por fiscalizar produtos de origem animal comestíveis e não comestíveis.

“O Serviço de Inspeção Federal é um dos pilares da defesa agropecuária brasileira. Ao longo de mais de um século, o SIF construiu credibilidade, garantiu a segurança dos alimentos e fortaleceu a confiança do mercado interno e internacional nos produtos de origem animal do Brasil”, destacou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

Anteriormente denominado Serviço de Inspeção Veterinária das Fábricas de Produtos Animais, o SIF fiscaliza toda a cadeia produtiva de produtos de origem animal, desde a inspeção nas empresas de abate até os produtos que chegam aos consumidores, como carnes, ovos, leite e derivados, por meio do selo presente nas embalagens. O Serviço também atua no controle de produtos como farinha, gorduras industriais e colágeno.

O Sistema é coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), da Secretaria de Defesa Agropecuária. O Dipoa supervisiona todo o processo de fiscalização, assegurando a qualidade dos produtos. Atualmente, são mais de cinco mil estabelecimentos registrados no Brasil. Somente em 2025, foram registrados 169 novos estabelecimentos, garantindo a segurança alimentar dos produtos comercializados no mercado interno e externo.

Em 1952, foi instituído o Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa), com o objetivo de normatizar a inspeção industrial e sanitária desses produtos. Entre as décadas de 1970 e 1990, a atuação do SIF foi ampliada, passando a abranger a industrialização, o armazenamento e a rotulagem. Já em 2003, foi criado o Sistema de Informações Gerenciais do Serviço de Inspeção Federal (SIGSIF), responsável pelo gerenciamento do SIF e pela automação dos processos.

A capacitação dos servidores do Dipoa é parte fundamental da história do SIF. O desenvolvimento de cursos e materiais técnicos tem fortalecido a qualificação do quadro técnico do Departamento, promovendo a padronização de procedimentos, o alinhamento às exigências nacionais e internacionais e a constante atualização frente aos desafios da fiscalização. Em 2025, essa trajetória de expansão foi consolidada, com o registro do maior número de turmas e participações já realizadas: foram 51 cursos e mais de 3,3 mil participantes.

Essencial para a expansão da agropecuária brasileira no exterior, o SIF contribuiu para mais de 527 novas aberturas de mercados, reflexo de uma defesa agropecuária eficiente, pautada na fiscalização e na segurança sanitária.

Informação à imprensa
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